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sábado, 4 de julho de 2015



Professor, é o que de melhor uma sociedade justa e 
igualitária pode ter, não o trate com desdem.  

Professor não deve ser tratado como um governador ou 
deputado qualquer.

Professor é digno de seu trabalho, se preparou sem que 
houvesse nenhuma propina.

Professor defende os reais interesses da sociedade a 
educação com qualidade.

Não somos castrados, não nos rendemos a polititica de 
sórdidos e mentirosos, que decretam seus próprios 
salários.

Sou professor, como dignidade e respeito, com meu 
exemplo de liberdade, ensino com dedicação e não 
curvarei minha dignidade com medo.

Inquestionável é a ética por ser dever de todos ao ser 
forjado o caráter.



STF exige pagamento de salário a professores grevistas de SP

    APÓS UMA GREVE DE 90 DIAS, ONDE FOMOS HUMILHADOS PELO GOVERNADOR DO ESTADO GERALDO ALKMIN
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Ricardo Lewandowski, determinou nesta quinta-feira, o pagamento dos dias parados aos professores da rede pública estadual de São Paulo, que ficaram três meses em greve e retomaram ao trabalho em junho.
A decisão suspende liminar do ministro Francisco Falcão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), instância inferior do Judiciário, que autorizou o desconto dos dias parados. O presidente do Supremo entendeu que o tema envolve questão constitucional e não poderia ser decidido pelo STJ. Além disso, Lewandowski admitiu que a falta do pagamento pode comprometer a subsistência dos servidores e de seus familiares.
Em nota, a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) informou que ainda não foi notificada da decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal. O órgão ressaltou que em decisões recentes, ministros do próprio STF autorizaram o desconto de dias parados dos professores grevistas.
A Procuradoria-Geral citou decisão anterior, da ministra Carmen Lúcia, que autorizava o corte de ponto dos servidores. O parecer estabelecia “os salários dos dias de paralisação não deverão ser pagos, salvo em caso em que a paralisação tenha sido provocada justamente por atraso de pagamento”.
A presidenta do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (APEOESP), Maria Izabel Azevedo Noronha, disse que os educadores receberam a decisão com o sentimento de que a justiça foi feita. “Foram os professores que fizeram a greve, mas houve intransigência do governo em todas as perspectivas. E ainda descontaram os dias parados. Agora, todos nós que fizemos a greve vamos poder repor [as aulas]”, contou.


Inquestionável é a ética, por ser ela o 

dever de todos ao ser forjado o caráter.



Prof. Helio Ramos de Oliveira

www.educarhelio.blogspot.com 

Um dia entenderemos o teor desta nossa conversa sobre 

educação.

Que seja breve este dia, pois pode também ser nunca.


Prof. Hélio Ramos de Oliveira



Formação de professores é distante da realidade dentro da sala de aula, aponta estudo

03 de julho de 2015
Documento do movimento Todos Pela Educação mostra deficiências no setor

Fonte: O Globo (RJ)
http://jorgewerthein.blogspot.com.br/2015/07/formacao-de-professores-e-distante-da.html?spref=tw&m=1



Resultados preliminares de um estudo divulgado nesta quinta-feira apontam que há uma grande distância entre a formação dos professores brasileiros e a realidade vivida dentro das salas de aula.
Comandado pelo professor e pesquisador em administração pública e governo da Fundação Getulio Vargas (FGV), Fernando Abrucio, a pesquisa diz que é preciso melhorar três pontos, chamado tripé de formação dos professores: relação entre as universidades, as redes de ensino e as escolas e a profissionalização da docência.
O estudo analisou 72 textos de revisão bibliográfica da área, entre artigos, capítulos, livros, dissertações e teses, primordialmente estudos sobre a realidade nacional.
— Nós temos que ver mais claramente que professor é uma atividade profissional e para isso existem técnicas e instrumentos. Esse debate ocorre em todo mundo e no Brasil ainda caminha lentamente. É preciso fortalecer as disciplinas vinculadas à didática e metodologia, é preciso que essas disciplinas se fortaleçam também nos diversos campos de saber e é preciso fazer com que essas metodologias dialoguem com a realidade. Não faz sentido a discussão entre separação de teoria e prática, que muitas vezes aparece na bibliografia. O que corre é que as teorias hoje sobre atuação dos professores no Brasil pouco dialogam com a atuação empírica dos próprios professores — explicou Abrucio, em videoconferência no lançamento do relatório do movimento Todos Pela Educação (TPE).

O estudo faz parte do relatório “De Olho nas Metas 2013-2014” divulgado hoje. Conforme divulgado pelo GLOBO, os dados mostram que o Brasil não atingiu quatro das cinco metas de educação.
— É preciso olhar paro o percurso todo da educação e propor para cada etapa uma politica publica especifica — afirmou Alejandra Meraz Velasco, coordenadora-geral do TPE.
Abrucio aponta ainda que a pequena produção sobre a metodologia de ensino representa o lugar secundário que a área da didá tica tem nas grades curriculares dos cursos de pedagogia e nas licenciaturas. “Como afirmado nas entrevistas, tanto em termos de ensino como de investigação, a reflexão dos estudiosos sobre educação no Brasil, especial -mente na pedagogia, ‘concentra-se mais no o quê ensinar do que no como ensinar’”, ressalta um trecho da pesquisa.