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domingo, 23 de junho de 2013


Aos covardes ficarão apenas as criticas, ao ensinar apenas o que estão nos livros. É enfadonho amedrontar-se sem causa ou motivos, viver aparentemente sóbrio e constantemente vazio, encontrar em versos livres o canto da juventude que se encontram livre chamando pra rua o livre ser um manifesto de almas livres, rebelando-se e falando a um bando de covardes se fazem como se não soubessem de nada e deixam seu vomito escorrer pelos ouvidos de nossas crianças, sem saber a verdade criando uma revolta onde não se reconhece os limites sendo a sombra na justiça em carne e vida dos arroubos verdadeiros do amor pelo outro.

Saber o que faz você feliz em sorrir, cantar a liberdade dos justos e a paga da pena de todos que corrompe e corromperam as regras básicas da moral. Ensinemos em nossos bancos escolares que olhar a diante é ver as necessidades do outro além das suas, e render-se a pratica da dignidade e ética.




Hélio Ramos de Oliveira

Questiona-me sobre o que?

Questiona-me sobre minha conduta quando dela não depender da sua responsabilidade, pergunta-me sobre meus atos quando eles não forem solidários e verdadeiros e por eles conseguir justificar as ausências das responsabilidades que lhe são atribuídas, é de se esperar as mínimas condições para que minha conduta seja clara e eficiente, sempre manifestarei meus sentimentos e  me pronunciarei quanto a meus atos, sejam eles quais forem com minha responsabilidade, sou de uma classe de pessoas que acredita no que pensa e pensa acreditar que somente com verdade, remaremos o barco em direção a bonança do livre pensar.
Intelectualizar-se faz parte da natureza humana não é um dom mais sim um dever para aqueles que sobrevivem do poder da informação de massas. Estarei sempre diante de avidas mentes, que buscam aprender para compreender o ambiente em que estão inseridos por isso sou professor, acredito que todas as ações estão diretamente interligadas que as falas existem para que em grupo e com verdade possam ser minimizadas e até mesmo repensadas, com atos e ações que fazem parte de um coletivo pensante.
Intelectualizo-me, quando faço de meus atos uma replica das varias formas de pensar, sito alguns que passaram por minha existência e plantaram o que colhi para minha formação e assim manifestar a fé em meus atos e minhas escolhas. Aceitarei qualquer que seja o questionamento, pois a partir dele sinto-me autorizado a cobrar a verdade dos fatos sem nenhuma restrição.
A verdade vem por portas, que por vezes nem sabemos que existem elas regam as outras verdades para que como em um jardim floresçam os deveres e os direitos, desabrochando a liberdade.
Aceitarei qualquer critica sobre o que fiz de fato mais nunca estarei ausente de minhas obrigações por faltar às condições que necessito por falha ou pequenez de espirito daqueles que deveriam se obrigar delas para que um todo participe desta mesma verdade e cresça como a verdade em um jardim de possibilidades e assim faça a mudança do ambiente escasso de ações coletivas por falta de compromissos em seus deveres que estão relacionados diretamente com a verdade dos fatos pelo qual me questiona.
Assertivamente mudarei minha conduta para que não mais tenha nenhuma divida de minhas ações, fracionarei meus atos e quando em nossa peça diária sua fala faltar, apontarei aos atores desta “A divina comédia – Dante Alighieri”,   as observações que deverão ser feitas em atos e efeitos.
Nunca temi a morte, mais me assusto por ela estar tão próxima dos ideais que fazem do homem um ser atuante em busca da melhor forma do viver, acredito na busca constante do bem estar para todos e faço de minha verdade meu hálito, mesmo que em meio a brincadeiras penso como “Arquimédes – Brincar é condição para ser séria”, esta seriedade faz com que os acordos existam e seja cumprido por todos sem distinção, para que se escolha uma profissão é preciso ter propriedade, arte e liberdade pois, uma não difere da outra mais para que todas existam é preciso que os atores desta peça interajam em coletivos pensantes para que se intelectualizem juntos uma nova forma de pensar e fazer sem que seja cobrados em suas atitudes sem que tenha sido oferecido a oportunidade e o ambiente para ensaiar cada um dos atos e só assim poder-se-á cobrar os efeitos.
Questione, questione-se, indigne-se, rebele-se, manifeste-se, apure os fatos, intelectualize-se, faça mesmo que erre, seja você antes de querer ser outro, aproxime-se da verdade observando sua conduta, auxilie sem privar o outro de sua responsabilidade, sonhe seus sonhos e conte a muitos e assim os coletivos intelectuais se formarão, seja sempre feliz em suas escolhas, nunca se esconda atrás do tempo que passou faça dele a esperança de poder ainda sorrir e presenteá-lo com suas experiências, não critique o que não conhece, faça parte de um todo fazendo sua parte, “pense globalmente e atue localmente – John Lennon” e nunca mais nunca renuncie a seus deveres, pois deles depende muitos que dependem de seu exemplo e podem até mesmo replicar sua displicência em posicionar-se na vida.
Questione-me sobre meus atos, sempre saberei o porque de todos.
Pense!
Quantos deles deveriam ser seus e posicione-se.



Hélio Ramos de Oliveira